O futuro ao allumínio pertence Mais um absurdo contra o interesse público. Leiam as notícias e concluam para quem está indo a energia dessas usinas, talvez as últiimos projetos baratos aqui na regi&ati …

O futuro ao allumínio pertence


Mais um absurdo contra o interesse público. Leiam as notícias e concluam para quem está indo a energia dessas usinas, talvez as últiimos projetos baratos aqui na região sudeste e centro-oeste. Todas sob o regime de produção independente! Preço de venda da energia? Ninguem sabe? Destino? Provávelmente eletrointensivos. Para os consumidores cativos do futuro a incerteza ou as térmicas. (Notícias do Canal Energia)



Incertezas do mercado seguram lances do leilão das hidrelétricas

Com disputa apenas num lote, o negócio fechou com ágio de quase 70%. Eletrointensiva e construtoras levam a melhor

Redação, Expansão


12/07/2002


Influenciado pelas incertezas do mercado, como o desenvolvimento do Plano de Revitalização do Setor Elétrico, a falta de funcionamento do MAE (Mercado Atacadista de Energia Elétrica) e o momento econômico atual, o leilão de mais 1.584 MW não teve grandes disputas, ao contrário dos últimos negócios.


As oitos usinas foram arrematadas nesta sextas-feira, dia 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, com ágio de 69,66%. Com o leilão, o governo vai arrecadar com as concessões R$ 10,740 bilhões, por ano, quando as usinas entrarem em operação.


"Este é um momento difícil par ao setor, o que tem gerado insegurança para os investidores", observa Manoel Zaroni Torres, presidente da Tractebel Energia, uma das empresas que integram o Consórcio Estreito, que arrematou a hidrelétrica de Estreito, de 1.087 MW, no Tocantins, pelo preço mínimo de R$ 4,130 milhões. A Tractebel Energia, que cuidará da operação da usina, tem 30% do projeto, que exigirá um investimento estimado em R$ 2,3 bilhões.


Quem também considera o momento crítico para os investidores do setor é Marcos de Almeida, diretor da C&IM, uma das empresas que fazem parte da Triunfo Participações e Investimentos. A Triunfo pagou o lance mínimo para arrematar as usinas de Salto, de 108 MW, e Salto Verdinho, de 93 MW. Os investimentos estimados são de, respectivamente, R$ 266 milhões e R$ 223,5 milhões.


"Fatores como a variação cambial e a proximidade das eleições criam um clima de insegurança para os investidores, daí o o baixo nível de ágio do leilão", comenta Marcos de Almeida. Segundo ele, a Trinfo Participações ainda não definiu a participação societária das empresas, como a Brascan Energética e a C&IM, nos dois novos projetos.


Enquanto alguns investidores se resguardam das incertezas do mercado, a Alcan Alumínio mostrou mais uma vez a força dos eletrointensivos nos leilões, o que tem se repetido. No único lote com disputa, com ágio que chegou a quase 2 mil por cento, a Alcan Alumínio pagou R$ 4,6 milhões para levar a usina de Traíra II, concessão antes ganha pela Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).


A usina, que terá 60 MW de capacidade instalada, exigirá um investimento de R$ 97,3 milhões. A empresa também ganhou a concessão para explorar o Complexo Caçu/Barra dos Coqueiros, de 155 MW, com investimento previsto de R$ 320 milhões, pagando o lance mínimo de R$ 705 mil.





Sem disputa, Consórcio Estreito Energia/Ceste leva usina de Estreito

A empresa pagou o preço mínimo de R$ 4,1 milhões, a serem pagos do 7° ao 35° ano da concessão

Oldon Machado, da Bolsa do Rio, Expansão


12/07/2002


O Consórcio Estreito Energia/Ceste arrematou a usina Estreito, leiloada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica ) nesta sexta-feira, dia 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A empresa pagou o preço mínimo de R$ 4,1 milhões, a serem pagos do 7° ao 35° ano da concessão.


Com 1.087 MW de capacidade instalada, o emprendimento receberá R$ 2,3 bilhões de investimentos e beneficiará 7,8 milhões de pessoas. Localizada no rio Tocantins, entre municípios de Tocantins e Maranhão, a usina Estreito deverá ser concluída até novembro de 2008.


O Consórcio Estreito Energia/Ceste é integrado pela Alcoa Alumínio, Camargo Correa Energia., BHP Billiton Metais, Companhia Vale do Rio Doce e Tractebel Egi South América.


Usina Olho D`Água é arrematada pela J. Malucelli Construtora

A empresa venceu a disputa com o lance mínimo de R$ 185 mil, a serem pagos do 5° ao 35° anos da concessão

Oldon Machado, da Bolsa do Rio, Expansão


12/07/2002


A construtora J. Malucelli Construtora de Obras adquiriu a concessão da usina Olho D’água, em leilão realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta sexta-feira, dia 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A empresa arrematou a usina pelo lance mínimo de R$ 185 mil, a serem pagos do 5° ao 35° ano da concessão.


Localizado no rio Corrente, entre os municípios de Itajá e Itamurã, em Goiás, o empreendimento deverá ser concluído até novembro de 2006. Com 33 MW de capacidade instalada, a usina receberá R$ 108,9 milhões de investimentos e atenderá 350 mil habitantes.


Além da J. Malucelli, o leilão foi disputado por outras empresas, como a Triunfo Participações e Investimentos, Empreendimentos Master e Enterpa Engenharia.


Empreendimentos Master paga preço mínimo para levar usina de São Domingos

Com 48 MW de capacidade instalada, o emprendimento receberá R$ 153 milhões de investimentos e beneficiará 490 mil pessoas

Oldon Machado, da Bolsa do Rio, Expansão


12/07/2002


A Empreendimentos Master venceu o leilão da usina São Domingos, realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica ) nesta sexta-feira, dia 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A empresa pagou o preço mínimo de R$ 260 mil, a serem pagos do 5° ao 35° ano da concessão.


Com 48 MW de capacidade instalada, o emprendimento receberá R$ 153 milhões de investimentos e beneficiará 490 mil pessoas. Localizada no rio Verde, entre os municípios de Ribas do Rio Pardo e Água Clara, no Mato Grosso do Sul, a usina São Domingos deverá ser concluída até novembro de 2006.


Além da Empreendimentos Master, o leilão contou com a participação de outras empresas, como a Triunfo Participações e Investimentos, Ivaí Engenharia de Obras, Alcan Alumínio do Brasil, Enterpa Engenharia e Consórcio Desenvix-Jackson (Desenvix e Jackson Empreendimentos).









Alcan Alumínio paga ágio de 1.990,91% pela usina de Trairá II

A empresa ofereceu um lance de R$ 4,6 milhões, a serem pagos do 6° ao 35° ano da concessão, contra valor inicial de R$ 220 mil

Oldon Machado, da Bolsa do Rio, Expansão


12/07/2002


A Alcan Alumínio do Brasil venceu o leilão da usina Traíra II, realizado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica ) nesta sexta-feira, dia 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A empresa ofereceu um lance de R$ 4,6 milhões, equivalente a um ágio de 1.990,91%, em relação ao preço mínimo de R$ 220 mil, a serem pagos do 6° ao 35° ano da concessão. A empresa também venceu a disputa para o complexo Caçu/Barra dos Coqueiros.


Com 60 MW de capacidade instalada, a central geradora receberá R$ 97,3 milhões de investimentos e beneficiará 415 mil pessoas. Localizada no rio Suaçuí-Grande, entre os municípios de Peçanha e São Pedro de Suaçuí, em Minas Gerais, a usina de Salto deverá ser concluída até novembro de 2007.


Além da Alcan Alumínio do Brasil, o leilão contou com a participação de outras empresas, como a Triunfo Participações e Investimentos, EIT (Empresa Industrial Técnica), Empreendimentos Master, Enterpa Engenharia, Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) e Consórcio PSK (Pleuston Serviços, SSK Serviços e Prestações e Outbras-Outstanding do Brasil Administrações e Participações).





Alcan Alumínio arremata Complexo Caçu/Barra dos Coqueiros

A empresa venceu o leilão com lance mínimo de R$ 705 mil, a serem pagos do 5° ao 35° ano de concessão

Oldon Machado, da Bolsa do Rio, Expansão


12/07/2002


A Alcan Alumínio arrematou o Complexo Caçu/Barra dos Coqueiros, leiloado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta sexta-feira, dia 12 de julho, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A empresa venceu a licitação pelo lance mínimo de R$ 705 mil, a serem pagos do 5° ao 35° ano da concessão.


O complexo hidrelétrico, localizado no rio Claro, entre os municípios de Caçu e Cachoeira Alta, em Goiás, deverá ser concluído até novembro dos anos de 2006 (Caçu) e 2007 (Barra dos Coqueiros). Com 155 MW de capacidade instalada, as usinas receberão R$ 320 milhões de investimentos e atenderão 1,3 milhão de habitantes.


Além da Alcan Alumínio, o leilão foi disputado por outras empresas, como a Triunfo Participações e Investimentos, Ivaí Engenharia de Obras, EIT (Empresa Industrial Técnica), Empreendimentos Master, Enterpa Engenharia, Consórcio Goiás Energia (Construtora Andrade Gutierrez e Construtora Norberto Odebrecht), Consórcio Geração Caçu/Barra dos Coqueiros – CGCB – (Alcoa Alumínio e Camargo Correa Energia) e Consórcio Engevix-Desenvix Caçu/Barra dos Coqueiros (Engevix Engenharia e Desenvix).


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