
Comentário: Mais uma obviedade inócua.
Seria cômico se o Ministro não achasse natural o desagrado do consumidor com os preços de energia.
Na entrevista, o velho mantra de afirmar que a energia mais cara é a que não existe. Na realidade, é uma espécie de chantagem, pois é como se o governo nos dissesse: Ou vocês pagam o preço que for ou eu deixo ocorrer o racionamento.
Talvez fosse útil informar ao ministro que racionamento já ocorre. Só não é o decretado. É pior do que isso! Fábricas desligam suas máquinas e despedem empregados. Se fosse o decretado, talvez pudéssemos usar alguma estratégia para não atingir o que está sendo atingido.
Com dados até julho de 2015, já se nota um “racionamento branco” de aproximadamente 2.500 MW médios (- 5,6%).
Será que é só insatisfação?