A crescente participação da Energia eólica na matriz elétrica brasileira demanda cada vez mais flexibilidade do sistema para lidar com a intermitência característica dessa fonte. A necessidade cada vez maior da chamada “reserva girante” cria uma série de desequilíbrios no interior desse sistema, essencialmente hidráulico, que torna urgente a discussão sobre os limites dessa expansão e como supera-los. Nesse Curto-Circuito 29, Ronaldo Bicalho, pesquisador do IE-UFRJ, recebe Altino Ventura, um dos mais experientes técnicos do setor elétrico brasileiro, para debater esse tema.
Uma resposta
Aí, Altino. Falou e disse.
Tom a liberdade de acrescentar o seguinte: Além das reversíveis, por que se abandonar um Programa Hidrelétrico, se ainda existe um grande potencial disponível? Note-se que mesmo no momento atual quem sustenta a geração diária do sistema ainda são as velhas hidrelétricas, gerando energia em proporção bem acima da sua participação na capacidade instalada, enquanto as outras renováveis produzem bem abaixo de suas respectivas capacidades.
Quem duvidar, verifique o IPDO divulgado pelo ONS.