Diário de Pernambuco publica matéria sobre ILUMINA-NE










* N.R.-Leia tambem matérias na seção Estudos Especiais















































Edição de sábado, 13 de maio de 2006















































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Ilumina questiona números da Celpe ENERGIA // ONG afirma que a empresa está deixando de contabilizar o consumo dos clientes livres, ex-consumidores da companhia



O Instituto Ilumina questionou ontem os números da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) referentes à evolução do consumo de energia elétrica no estado. Para o diretor da ONG no Nordeste, Antônio Feijó, a empresa está deixando de contabilizar o consumo dos clientes livres, ex-consumidores da Celpe. Como o próprio nome diz, ao contrário dos cativos, eles podem escolher o fornecedor.

A saída de consumidores livres, aqueles com consumo superior a 3 megawatts (grandes indústrias, por exemplo), vem impactando os números da Celpe desde 2004. Em função disso, o mercado da empresa vem apresentando um crescimento tímido, aparentemente incompatível com a evolução da base de clientes. Matéria publicada ontem no Diario mostra que, enquanto o número de clientes aumentou 32,5%, passando de 2 milhões para 2,65 milhões entre 2000 e 2006, o consumo pulou de 7.533 gigawatts-hora (GWh) para 8.119 GWh (previsão para este ano). Ou seja, cresceu apenas 7,7%.

“O fato é que o mercado da Celpe não representa todo o consumo doestado de Pernambuco. Existem os consumidores livres. Muitos, inclusive, saíram para comprar à NC Energia, do mesmo grupo da Celpe”, argumenta Feijó. A Celpe lembrou que mesmo o mercado total do estado cresceu pouco após o racionamento – 3,9%, contra 8,4% do Rio Grande do Norte.

O diretor do Ilumina/NE também questiona o total de investimentos que a Celpe teria feito em Pernambuco – R$ 4 bilhões entre 2000 e 2006, segundo informações da própria empresa. “Com base nos balanços publicados, a Celpe vem investindo uma média de R$ 150 milhões/ano. Dá pouco mais de R$ 1 bilhão”, protestou. A Celpe esclareceu que R$ 4 bilhões foi o total investido pelo grupo Neoenergia no estado, incluindo a compra da empresa (R$ 1,8 bilhão), a implantação da Termope (R$ 1,1 bilhão) e os investimentos em distribuição (R$ 1,2 bilhão).




















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