CHESF faz 60 anos

CHESF 60 ANOS




1 – TEMPOS DE PIONEIROS




“Delmiro deu a idéia. Apolônio aproveitou.


Getúlio fez o decreto. E Dutra realizou.


O Presidente Café a usina inaugurou.


E graças a esse feito de homens que têm valor


Meu Paulo Afonso foi sonho que já se concretizou”.



Luiz Gonzaga/Zé Dantas




1913: Delmiro Gouveia, empreendedor e visionário, tinha construído no povoado da Pedra em Alagoas, hoje cidade de Delmiro Gouveia, uma fábrica de linhas e fios de algodão e precisava de energia elétrica para acionar as máquinas da Companhia Agro-Fabril Mercantil.



Em Angiquinho, na margem esquerda da cachoeira de Paulo Afonso e aproveitando metade de sua queda, uma usina hidrelétrica de 1500 HP, encravada na rocha, começa a gerar energia que movimenta as máquinas da fábrica e ilumina as casas da Vila Operária distante 30 quilômetros da cachoeira.



O Nordeste ganhava a sua primeira hidrelétrica e a sua primeira linha de transmissão, trinta anos após a entrada em operação da primeira hidrelétrica brasileira no Ribeirão do Inferno, afluente do rio Jequitinhonha, em Minas Gerais.



A hidrelétrica do Angiquinho foi precursora do complexo de Paulo Afonso e sua energia também foi utilizada na construção da primeira usina da CHESF.



Em 1945, no dia 03 de outubro, véspera da data em que se comemora o nascimento de São Francisco, Getúlio Vargas, presidente que seria deposto no mesmo mês, assinou um Decreto-Lei que tomou o número 8031, autorizando a organização pelo Ministério da Agricultura da primeira empresa de eletricidade pública, de âmbito federal, do Brasil – a COMPANHIA HIDRO ELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO – CHESF.



Nordestino e Ministro da Agricultura entre 1942 e 1945, Apolônio Sales, aproveitando a idéia de Delmiro Gouveia, apresentou ao Presidente da República o Decreto 8031 e no mesmo dia seu Ministério emitiu o Decreto 19.706 que concedeu à CHESF, por um prazo de 50 anos, a exploração para geração de energia elétrica de um trecho contínuo de cerca de 600 quilômetros do rio São Francisco entre Piranhas, no estado de Alagoas, e Juazeiro, no estado da Bahia.



Nesse trecho estão situadas todas as hidrelétricas da CHESF no rio São Francisco, exceto Sobradinho, para cuja construção na década de 1970 a CHESF recebeu a concessão de um trecho adicional do rio entre Juazeiro/BA e Xique Xique/BA.



Os pioneiros da saga da CHESF, ainda como funcionários do Ministério da Agricultura, começam a chegar a Paulo Afonso e iniciam a construção da Usina Piloto. Ela e Angiquinho forneceram a força elétrica para concretização do sonho da construção de uma grande hidrelétrica, solução para o crônico déficit de energia elétrica no Nordeste.



Antônio José Alves de Souza, na época diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM, também vinculado ao Ministério da Agricultura, trabalhava na estruturação da CHESF, no projeto da futura usina e na forma de captação de recursos financeiros que incluía a subscrição de ações pelos estados, municípios e população do Nordeste.



O documento produzido com a coordenação de Alves de Souza ficou conhecido como MANIFESTO DA CHESF e encontrou resistências no Congresso Nacional e na elite que comanda a economia do país. Esses opositores defendiam a tese de que investimentos de tal vulto não deviam ser feitos no Nordeste, pois Rio de Janeiro e São Paulo proporcionariam um retorno econômico muito maior.



Resistências foram vencidas. Os pioneiros “do campo”, em Paulo Afonso, construíam a Usina Piloto e obras de apoio, enquanto no Rio de Janeiro os pioneiros “do Escritório” conseguiam que, no dia 1o. de dezembro de 1947, o Presidente da República Eurico Gaspar Dutra abrisse oficialmente a subscrição das ações da CHESF.



No dia 15 de março de 1948, as 400 mil ações preferenciais da CHESF haviam sido adquiridas, o capital social estava integralizado e a primeira Assembléia Geral de Acionistas foi realizada, ficando a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco legalmente constituída.



Alves de Souza, líder dos pioneiros que trabalhavam no Rio de Janeiro foi o primeiro presidente da CHESF, numa Diretoria que se completava com Marcondes Ferraz, diretor técnico, Carlos Berenhauser, diretor administrativo, e tendo o advogado Afrânio de Carvalho como primeiro consultor jurídico da empresa.



Em Paulo Afonso, homens e máquinas implantavam o projeto de engenharia, modificado pela equipe sob coordenação do Diretor Técnico Marcondes Ferraz. Essa modificação conceitual deu ao conjunto das 3 primeiras usinas de Paulo Afonso sua configuração atual.



O último grande desafio a vencer antes da geração de energia elétrica foi o desvio do rio com o fechamento do braço principal.



A genialidade de Marcondes Ferraz e a capacidade dos nordestinos, engenheiros e peões, contaram com a ajuda de um ano de muito baixa hidraulicidade e a vitória veio no dia 20 de setembro de 1954, quando o leito original do rio começou a ser esgotado com o enchimento simultâneo da bacia de decantação de onde as águas do Velho Chico seriam encaminhadas para as turbinas que acionariam os geradores.



Enquanto tudo isso ocorria em Paulo Afonso, outros pioneiros desbravavam a caatinga e a zona da mata entre Paulo Afonso e as capitais Recife e Salvador, lançando 900 quilômetros de torres metálicas que suportavam os cabos elétricos transportadores da energia elétrica tão esperada por baianos e pernambucanos e, na seqüência, pelos nordestinos de Alagoas, Sergipe e Paraíba.


Desviado o rio, iniciam-se os testes das 2 primeiras unidades geradoras de Paulo Afonso e aos seus 120.000 kW vieram se associar posteriormente os 60.000 kW da terceira e última unidade dessa primeira usina.



Em 1o de dezembro de 1954, o Recife foi a primeira cidade a receber energia elétrica gerada em Paulo Afonso seguida por Salvador, que recebeu o benefício em 14 de janeiro de 1955, véspera da inauguração oficial da usina, em evento presidido pelo Presidente da República João Café Filho.



A era dos pioneiros se encerra em fins de 1961 com a operação da primeira unidade geradora da segunda usina de Paulo Afonso e a incorporação de novas cidades de Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Sergipe, que passaram a receber a energia elétrica resultante do sonho iniciado com Delmiro Gouveia em 1913.




2 – A EXPANSÃO: ENERGIA ELÉTRICA PARA TODO O NORDESTE



“Vejo a indústria gerando riqueza, findando a seca, salvando a pobreza”.



A premonição de Luiz Gonzaga e Zé Dantas não se realizou, os nordestinos ainda não contam com instrumentos eficazes para conviverem com a seca, e a pobreza de milhões entristece a região.



Mas a CHESF gerou riqueza, cresceu e proporcionou energia elétrica abundante, confiável e barata para todo o Nordeste, melhorando a qualidade de vida de milhões de famílias e participando de forma ativa na transformação de povo em cidadãos.



Ao encerrar-se o século XX quase 20.000 quilômetros de linhas de transmissão e cerca de 100 subestações levavam energia hidrelétrica a todos os municípios de oito estados: do Piauí ao sul da Bahia.



Em 1955, no primeiro ano de operação de Paulo Afonso, a CHESF produziu 226.000 MWh e isto representava menos de 2% da energia elétrica que o Brasil necessitava.



Com a morte de Alves de Souza em 1961, no ano seguinte Apolônio Sales, o idealizador da CHESF, é eleito como seu segundo presidente e, em 1964 a área de concessão para extensão do Sistema de Transmissão, um círculo de 450 Km de raio com centro em Paulo Afonso é expandido. Em 1965, a cidade de Fortaleza, capital do Ceará, recebe energia hidrelétrica da CHESF e dez anos após a inauguração oficial da primeira usina de Paulo Afonso, 7 estados do Nordeste (CE, RN, PB, PE, AL, SE e BA) já recebem energia produzida nas usinas I e II de Paulo Afonso.



Poucos anos antes, um outro marco emblemático havia sido atingido:



Os 226.000 MWh produzidos em 1955, primeiro ano de operação de Paulo Afonso, estavam quintuplicados. Sete anos após, em 1962, foram produzidos 1.177.000 MWh, para atender os requisitos de energia elétrica do Nordeste.



Na segunda metade da década de 1960, os sistemas de geração e transmissão da CHESF crescem em ritmo acelerado para atender a fome de energia elétrica na sua área de concessão.



A COHEBE, que havia sido criada em 1963 para construir a hidrelétrica de Boa Esperança, acelera as obras no rio Parnaíba, fronteira entre os estados do Piauí e Maranhão, e em 1969 é iniciado e concluído o enchimento do reservatório dessa usina.



A construção da terceira usina de Paulo Afonso é iniciada em 1966 e, em 1968, a sexta e última unidade geradora de Paulo Afonso II entra em operação comercial.



Novas linhas de transmissão e subestações são construídas para atender não só os grandes centros de consumo nas regiões metropolitanas das capitais, como também para alcançar o interior dos sete estados da área de concessão.



As usinas hidrelétricas de Araras e Curemas, construídas pelo DNOCS e a usina de Funil no rio de Contas no sul da Bahia, são incorporadas ao sistema gerador da CHESF.


O Nordeste cresce e a CHESF continua a expandir seus sistemas de geração e transmissão, atendendo a demanda da região.



1971 foi um ano particularmente importante: As duas primeiras unidades de Paulo Afonso III entram em operação, as obras da Hidrelétrica de Moxotó são iniciadas e é decidida a construção de Sobradinho que inclui o grande reservatório de regularização plurianual, para alimentar a cascata de usinas do Submédio e Baixo rio São Francisco. No rio Parnaíba é inaugurada a hidrelétrica de Boa Esperança que, dois anos depois, integra o parque de geração da CHESF (com a incorporação da COHEBE), passando a área de concessão da empresa a abranger todo o Nordeste geográfico (MA, PI, CE, RN, PB, PE, AL, SE e BA).



1973 Começam as obras civis das usinas de Paulo Afonso IV e Sobradinho que entram em operação comercial no segundo semestre de 1979.



Moxotó, Sobradinho, Boa Esperança e Paulo Afonso IV suscitam um novo desafio: seus reservatórios (o que não ocorreu com Paulo Afonso I, II e III, alimentados a partir de uma pequena bacia de decantação) exigem a inundação de áreas que vão de poucas dezenas de quilômetros quadrados (Paulo Afonso IV) a mais de 4.000 quilômetros quadrados (Sobradinho).



A ligação atávica dos beiradeiros do Velho Monge – Parnaíba, e do Velho Chico – São Francisco, foi interrompida. No total, cerca de 19.000 famílias foram deslocadas nesses 4 aproveitamentos hidrelétricos, criando perdas materiais e sentimentais para mais de 100.000 pessoas reassentadas, que tiveram de deixar suas terras para a formação dos reservatórios.



As perdas materiais foram indenizadas mas as sentimentais são “impagáveis e inapagáveis” e a CHESF, consciente desta verdade tem, nos últimos 15 anos, reiterado o seu COMPROMISSO SOCIAL com as comunidades das microrregiões de suas hidrelétricas, apoiando e participando de iniciativas nas áreas da EDUCAÇÃO, DIFUSÃO DO CONHECIMENTO e TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA e GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA.



Em 1974, as decisões da empresa haviam passado a ter lugar no Nordeste com a transferência da sede da CHESF do Rio de Janeiro para o Recife.



No início da década de 1980 o estado do Maranhão, por decisão do Governo Federal, foi retirado da área de concessão da CHESF e transferido para a ELETRONORTE, e isto ocorreu quando o Maranhão, a região metropolitana de Belém e o canteiro de obras de Tucuruí eram atendidos pela energia do sistema CHESF – de 1981 até 1984, quando a Hidrelétrica de Tucuruí entrou em operação comercial.



A ligação NORDESTE-TUCURUÍ-BELÉM DO PARÁ foi feita por linha de transmissão em 500 kV e o Norte e o Nordeste alcançaram este novo nível de tensão no dia 12 de outubro de 1979 quando um primeiro trecho de linha, ligando a Usina de Sobradinho ao pátio da subestação de manobra, foi energizado.



Simultaneamente, a região do cerrado no oeste da Bahia foi integrada ao sistema CHESF, através de uma extensa linha de transmissão que, saindo de Sobradinho, passa em Juazeiro e Irecê, e chega a Bom Jesus da Lapa na margem direita do Velho Chico.



A explosão econômica da microrregião de Barreiras/BA no rio Grande não teria ocorrido sem a energia elétrica proporcionada pela CHESF.



Na hidrelétrica de ITAPARICA, iniciada em 1976, o enchimento do reservatório e início da geração ocorreu em 1988.



Novas perdas materiais e sentimentais para 10.600 famílias que, no caso das perdas materiais, foram compensadas com mais de 20.000 ha irrigados e cidades e núcleos rurais com modernos serviços públicos de saneamento, energia elétrica, educação e saúde.



Em 1987, o atraso no início de operação da hidrelétrica de ITAPARICA havia resultado em período de racionamento de energia elétrica no Nordeste. Depois de 32 anos e pelo espaço de cerca de 8 meses a CHESF, pela primeira vez, deixava de atender integralmente às necessidades de energia elétrica na sua área de concessão.



No mesmo ano a Hidrelétrica de XINGÓ, no fim do canyon do São Francisco e a 200 quilômetros da Foz, começava a ser construída e por ser encaixada no canyon apenas 14 famílias tiveram de ser reassentadas.



Em 1994, a primeira unidade de 500 MW entrava em operação e em 1996, 3000 MW (6×500) já estavam incorporados ao sistema de geração da CHESF.



Algo sem similar no Brasil e, provavelmente, em todo o mundo tinha ocorrido: Durante mais de meio século num pequeno trecho do rio São Francisco de pouco mais de 100 quilômetros sempre existiu uma hidrelétrica em construção: obras de terra e rocha, concreto, montagem e testes de equipamentos eletromecânicos.



Durante os mesmos 50 anos em todos os quadrantes do Nordeste, chesfianos construíam linhas de transmissão de 230 e 500 kV e subestações. No fim do século XX, além de suas usinas – 14 hidrelétricas e 1 térmica -, o patrimônio da CHESF era rico em mais 18.000 quilômetros de linhas e 92 subestações que, numa área de 1,2 milhões de quilômetros quadrados, proporcionavam energia elétrica a 40 milhões de Nordestinos.



Na segunda metade da última década do século XX, uma empresa com mais de 50 anos, jovem, forte, competente e consciente de seus deveres para com a região que a viu nascer, deparou-se com um novo desafio – a proposta de um novo modelo do Setor Elétrico Brasileiro trouxe no seu bojo o desejo de fracionar o parque gerador da CHESF, privatizando-o entre vários compradores.



Independente do enfoque ESTATAL x PRIVADO, os chesfianos defenderam a integridade da empresa que tem a água como combustível – BEM COMUM e de USOS MÚLTIPLOS e que já proporcionava uma geração anual de mais de 40 milhões de MWh.



O entendimento – atualmente vitorioso – era que essa água, predominantemente do Velho Chico que abriga a quase totalidade das usinas hidrelétricas da CHESF, devia permanecer pública com sua alocação para diferentes usos, obedecendo sempre o interesse público.



Chegou-se ao fim do século XX com o futuro indefinido, operando usinas com 10.703 MW de potência, 18.000 Km de linhas de transmissão e 92 subestações.



A expansão estava consolidada e os ideais dos pioneiros preservados.




3 – CHESF: GERANDO O FUTURO




“Ouço a usina feliz mensageira dizendo na força da cachoeira: O BRASIL vai, o BRASIL vai …….”



Luiz Gonzaga/Zé Dantas




O mundo está mudando, o Setor Elétrico também, trechos de rios concedidos para a exploração hidrelétrica não mais existem, energia elétrica passou a ser uma mercadoria negociada em leilões e a CHESF, consciente de sua obrigação como uma empresa de serviços públicos, orgulho dos nordestinos, também está mudando.



Em meados de 2002, a idéia de cisão e privatização foi afastada.



No ano anterior – 2001 – e agora abrangendo todo o Brasil, um novo período de racionamento, decorrente de atraso na expansão do Setor Elétrico Brasileiro associado a uma hidrologia desfavorável, voltou a ocorrer.



A CHESF, empresa estatal prestadora de serviço público, honrou essa condição e agiu de modo a preservar os usos múltiplos da água e os direitos dos diferentes usuários – irrigação, abastecimento humano, dessedentação de animais, usos industriais.



A conservação do Meio Ambiente, o Desenvolvimento Sustentável, a Inclusão Social e novas fontes renováveis para geração de energia elétrica passaram a ser bandeiras gerenciais da CHESF que, convocada pelo seu acionista majoritário – o BRASIL -, se prepara para executar a operação e manutenção das estruturas do Projeto de Transposição de Águas do São Francisco para outras bacias do semi-árido nordestino.



Sem abandonar os exemplos e os ensinamentos dos pioneiros, as ações da CHESF nos primeiros anos do século XXI dão ênfase à Conservação e Preservação do Meio Ambiente, para que as gerações futuras disponham de recursos naturais e vivam num planeta hospitaleiro para humanos, animais e plantas.



Desde os tempos dos pioneiros a empresa se preocupava com as pessoas e comunidades das microrregiões dos seus empreendimentos e disso dão prova os hospitais, escolas, centros de treinamentos e lotes distribuídos nas margens dos lagos de suas hidrelétricas.



Em 2003, Inclusão Social passou a ser prioridade do Governo Federal e a CHESF, solidária com a opção do seu acionista majoritário, reforçou seus projetos de Responsabilidade Social.



Os projetos de Transposição de Águas do São Francisco e a Revitalização de sua bacia foram objeto de Decretos assinados na mesma data – 6 de junho de 2001.



O rio São Francisco, de onde a CHESF utiliza mais de 90% do combustível para suas hidrelétricas, pedia a Revitalização de sua bacia e a CHESF engajou-se nessa prioridade do Governo Federal.


Monitoramento da qualidade da água, programas de educação ambiental, construção de depósitos para recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos, recomposição de mata ciliar e a reativação da hidrovia são dados de realidade desse engajamento.



Oportunidades de novas hidrelétricas em qualquer bacia hidrográfica e desenvolvimento de novas fontes primárias como eólica, solar, biomassa e nuclear incluem-se no portfólio da engenharia da CHESF, no século XXI.



Uma jovem empresa, criada em 1945 e constituída em 1948, percorre os primeiros anos do século XXI olhando o futuro, visando o seu centenário, e trabalhando sempre em benefício do Nordeste e do Brasil.



Em 2007, o sistema gerador da CHESF produziu mais de 52.000.000 MWh. Em 1955, haviam sido produzidos 226.000 MWh.



Em 1955, o sistema de transmissão era constituído por 900 Km de linhas de transmissão e meia dúzia de subestações. Em 2007, o ano chegou ao fim com 18.000 Km de linhas de transmissão e 92 subestações.




“E graças a esse feito


de homens que têm valor,


Meu Paulo Afonso foi sonho


que já se concretizou”.



Luiz Gonzaga/Zé Dantas





Eng. João Paulo Maranhão de Aguiar


Ilumina-NE











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Uma resposta

  1. EXCELENTE ARTIGO.
    PARABÉNS.
    SENTI FALTA APENAS DO NOME DO DR EUNÁPIO PELTIER DE QUEIROZ, GRANDE ENGENHEIRO, ENTUSIASTA, BAHIANO, TER SIDO ESQUECIDO.
    O DR ZÉ MÁRIO, ALBAGLI ESMERALDINO, E TANTOS OUTROS QUE EMPENHARAM SUA EXISTENCIA NESTE SONHO.
    OBRIGADO

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