Conde perde disputa por vaga em fundo
Cláudia Schüffner, Valor
| O presidente de |
| A iniciativa da direção de Furnas foi considerada “inaceitável” pelos sindicatos reunidos no Fórum em Defesa da Fundação Real Grandeza. Os funcionários fizeram manifestação ontem na porta da estatal. “É mais uma tentativa de desestabilizar a Fundação Real Grandeza. Como o senhor Conde não conseguiu aprovação do conselho para retirar os executivos, decidiu tentar chamá-los de volta. Mas para isso vão ter que rasgar o manual de funcionários”, afirma Tânia Vera Vicente, presidente da Associação dos Aposentados de Furnas (Após Furnas). |
| Tânia Vera explicou que o manual de funcionários prevê a possibilidade da cessão e fixa o tempo de mandato (que no caso de Fontes e Nogueira acaba em 2009 e de Nogueira em 2010). O estatuto do próprio fundo de pensão também tem regras sobre isso. Ali, a regra é de mandatos de quatro anos para os dirigentes. Procurada pelo Valor, a direção de Furnas informou apenas que o assunto não foi votado na reunião. |
| Os funcionários de Furnas acusam Conde de tentar impor novos diretores “à revelia da lei e das boas práticas de gestão”, entre outras afirmativas. Desde que assumiu a presidência de Furnas Centrais Elétricas por indicação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Luiz Paulo Conde tenta nomear os dirigentes do fundo de pensão. |
Comentário
Uma pergunta que não quer calar: porque o Sr. Conde, que já é o presidente de Furnas, quer tanto nomear a presidência do Fundação Real Grandeza?
Longe de nós imaginar queseja por motivos escusos, então quais seriam suas boas intenções?
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