Comentários do ILUMINA:
O governo continua “insensível” às perguntas:
1. Porque chegamos a esse nível de preços?
2. Porque a campanha midiática da FIESP foi a única capaz de acordar a “sensibilidade” do governo?
3. Porque, desde 2008, o governo ficou “insensível” ao assunto?
4. Porque o governo não se “sensibiliza” com os balanços e demonstrações contábeis do setor, que ele acaba de rasgar?
5. Qual a “sensibilidade” do governo se o Brasil ficar no escuro outra vez?
6. Será que a “gorgeta” de R$ 9,00/MWh para as usinas é um ato de “sensibilidade” perante uma tarifa de mais de R$ 500/MWh?
Mais comentários abaixo.
A presidente lamentou a ‘insensibilidade’ de quem optou em não aderir ao plano
Dilma Rousseff durante Encontro Nacional da Indústria – Reuters
BRASÍLIA.- A presidente Dilma Rousseff reafirmou seu compromisso com a redução das tarifas de energia elétrica. Ela disse que o governo federal arcará com uma parcela maior do que o programado porque algumas estatais de energia não fecharam o acordo que derrubaria as tarifas em 20,2% no ano que vem. Com o boicote, a queda garantida até agora é de 16,7%. Dilma ressaltou que o governo federal será onerado pela “insensibilidade” daqueles que não viram a importância disso para crescimento, ao se referir estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, cujas empresas optaram por não aderir ao plano do executivo.
Comentário do ILUMINA: Talvez fosse interessante que algum dos 39 ministros da “presidenta” informasse à mesma que a política tributária de seu governo é REGRESSIVA. Isso quer dizer que, relativamente, quem paga mais imposto é o pobre. Portanto, quem vai ser onerado para salvar a indústria brasileira, vítima das “insensíveis” empresas, é o povão!
– O governo federal não recuará da decisão (de reduzir as tarifas de energia), apesar de lamentar a imensa insensibilidade daqueles que não souberam ver a importância disso para o crescimento sustentável. Isso vai onerar bastante o governo federal – disse.
Segundo a presidente, quando perguntarem para onde vai o dinheiro do governo, a resposta é que parte irá para compensar a industria e população, o que ” que outros não tiveram sensibilidade para fazer”.
-Reitero meu compromisso a partir do inicio de 2013 de buscar reforço do governo federal para reduzir o preço das tarifas de energia. Isso é tão importante quanto juros, câmbio e respeito a contratos.
Durante seu discurso no Encontro Nacional da Indústria, ela afirmou que as medidas de estímulo à produção tomadas durante este ano ainda não tiveram todo o impacto e deve ser sentido nos próximos meses.
– A busca da competitividade: esse é o meu desafio. Defesa de uma industria forte uma questão central.