Brasileiros!!! Não há necessidade de pânico! Tudo será resolvido com a venda de Itaipu. Sob o setor privado, essa usina jorrará energia elétrica para todos. Ah… Não esqueçam de pr …

Brasileiros!!! Não há necessidade de pânico! Tudo será resolvido com a venda de Itaipu. Sob o setor privado, essa usina jorrará energia elétrica para todos. Ah… Não esqueçam de procurar o ovinho do coelho da Páscoa no domingo …



Acuerdo para vender la represa de Itaipú Lo suscribieron Brasil y Paraguay

POSADAS.- Los presidentes de Brasil, Fernando Henrique Cardoso, y de Paraguay, Luis González Macchi, firmaron un documento en el que acordaron poner en venta la represa de Itaipú, sobre el río Paraná, propiedad de ambos países, según informó ayer el diario Tribuna de Imprensa.


La difusión de esta noticia generó expectación en el Mercosur, habida cuenta de que -de confirmarse- pasaría a manos privadas la mayor usina hidroeléctrica del mundo, ubicada a escasos 17 kilómetros de la frontera con la provincia de Misiones, cuya potencia a través de sus 18 turbinas funcionando es de 12.600 megavatios.


Sólo será superada cuando China concluya la construcción del dique Tres Gargantas, sobre el río Yang Tsé, que generará 16.000 megavatios y obligará a relocalizar a 1.800.000 personas.


La privatización de Itaipú respondería a un fuerte endeudamiento del ente binacional que explota la gigantesca usina, de carácter estatal. Durante el año último, el mercado de Brasil absorbió el 96% de lo producido y pagó algo así como 2500 millones de dólares por la energía consumida, la mayor parte en el cordón industrial del Gran San Pablo.


Teniendo en cuenta las deudas que arrastra desde que se puso en marcha, en 1983, que superarían los 20.000 millones de dólares asumidos con bancos internacionales que financiaron su construcción, la base del precio -en el caso de privatizarse- sería del orden de los 25.000 millones de dólares.


En tanto, la prensa de Asunción sostiene que las autoridades intervinientes en la operación deslizaron comentarios acerca de cifras menores (16.000 millones), por lo que ya se comenzó a hablar de "negociado de alto nivel".


Paraguay se queda con apenas el cuatro por ciento de la generación de Itaipú, pero perdería sumas importantes en concepto de regalías y royalties, sumando altos sueldos distribuidos entre funcionarios allegados al oficialismo.


El 26 de abril de 1973, los generales Alfredo Stroessner y Carlos Castelo Branco suscribieron el Tratado de Itaipú, que estableció el aprovechamiento conjunto del Paraná, a la altura de los Saltos del Guayrá, que desaparecieron cuando se llenó el embalse de 200 kilómetros de extensión.


Las obras comenzaron en 1976; en 1980 se desvió el río y estuvieron terminadas en 1983. En determinado momento brindaron trabajo a 16.000 personas para erigir el dique de hormigón de 196 metros de altura. Copyright 2000 S.A. LA NACION


A notícia ao lado mostra bem a diferença conceitual de se encarar a energia como uma mercadoria qualquer ou como um serviço público. Sob o conceito de mercadoria aplica-se a mão dura do mercado. Sobe-se o preço e a demanda que se ajuste. Sob a conceituação de serviço público deveria ser o contrário. Serviço de confiabilidade menor deve ter preço menor. Evidentemente, nosso governo optará pelo caminho mais perverso.


Governo admite racionar energia a partir de maio

Hipótese poderá ser adotada, caso plano de racionalização não surta efeito


GABRIELA LEAL


BRASÍLIA – O governo poderá adotar corte de cotas de energia elétrica dos consumidores residenciais ou sobretaxa na tarifa para consumo excessivo nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. As alternativas estão sendo estudadas dentro de um plano de racionamento, que será adotado caso as medidas de racionalização – que serão anunciadas pelo ministro de Minas e Energia, José Jorge, na quinta ou sexta-feira desta semana – não sejam suficientes para conter o consumo e aumentar a oferta de energia no país, informou ontem o secretário de Energia, Afonso Henriques.


”Não é certo que haverá a segunda fase (racionamento). Mas temos que estar preparados, apesar de não haver ainda decisão política a respeito de cortes de energia ou aumento de tarifas ”, frisou o secretário. A economia de energia é necessária em razão dos baixos níveis dos reservatórios das três regiões do país e pela perspectiva de chuva insuficiente para recompô-las até o fim de abril, quando acaba o período chuvoso. Na região Sudeste e Centro-Oeste, o nível dos reservatórios no último dia 2 era de 34,9%, contra nível ideal de 49% para o fim deste mês. No Nordeste, os reservatórios estavam em 37,2%, contra 50% de nível ideal.


Indecisão – Alguns técnicos do governo não acreditam que a sobretaxa ou desconto na tarifa sejam suficientes para conter o consumo e, por isso, não há decisão sobre qual das duas alternativas será escolhida caso o racionamento seja necessário. A idéia, explicou, é que se o consumidor gastar energia a mais, ”pagará pesadíssimo”. O corte de cotas, por sua vez, esclareceu o secretário, seria adotado caso o consumidor ultrapassasse um valor de consumo a ser estabelecido, como, por exemplo, a média dos últimos 12 meses. A partir daí, seria penalizado com multas ou corte de energia.


O secretário de Energia explicou que é preciso esperar o fim de abril e o resultado das medidas de racionalização para saber se haverá necessidade do racionamento. O momento ideal, disse Afonso Henriques, será definido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mas a decisão política de racionar é tomada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. O racionamento, se for o caso, será estabelecido por um decreto presidencial que obriga todos a cumprirem o que for determinado. O secretário disse, também, que o governo tentará ”poupar” a indústria se for necessária a fase dois, como ele chama o racionamento. Isso para evitar a redução da produção industrial, que poderia ocasionar demissões.


Setor público – No plano de racionalização, que prega ações espontâneas para conter o consumo da população e da indústria, estão previstas medidas de redução de 15% nos gastos de energia do setor público. ”As medidas para o setor público serão fortes e haverá uma cobrança pesada”, disse o secretário. As formas de cobrança, entretanto, estão sendo definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na próxima segunda-feira o governo começa a divulgar uma campanha publicitária para esclarecer a população sobre a necessidade de se reduzir o consumo.


O preço do óleo diesel vai cair 3,63% nas refinarias, mas para o consumidor final, os valores continuam iguais. Os preços das bombas serão mantidos porque no final de janeiro o governo fechou acordo com os postos de gasolina garantindo aumento de dois centavos na margem de lucro dos postos. O preço do Gás de Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, não vai ter queda, confirmou ontem o Ministério de Minas e Energia.


Governo admite racionar energia a partir de maio

Hipótese poderá ser adotada, caso plano de racionalização não surta efeito


GABRIELA LEAL


BRASÍLIA – O governo poderá adotar corte de cotas de energia elétrica dos consumidores residenciais ou sobretaxa na tarifa para consumo excessivo nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. As alternativas estão sendo estudadas dentro de um plano de racionamento, que será adotado caso as medidas de racionalização – que serão anunciadas pelo ministro de Minas e Energia, José Jorge, na quinta ou sexta-feira desta semana – não sejam suficientes para conter o consumo e aumentar a oferta de energia no país, informou ontem o secretário de Energia, Afonso Henriques.


”Não é certo que haverá a segunda fase (racionamento). Mas temos que estar preparados, apesar de não haver ainda decisão política a respeito de cortes de energia ou aumento de tarifas ”, frisou o secretário. A economia de energia é necessária em razão dos baixos níveis dos reservatórios das três regiões do país e pela perspectiva de chuva insuficiente para recompô-las até o fim de abril, quando acaba o período chuvoso. Na região Sudeste e Centro-Oeste, o nível dos reservatórios no último dia 2 era de 34,9%, contra nível ideal de 49% para o fim deste mês. No Nordeste, os reservatórios estavam em 37,2%, contra 50% de nível ideal.


Indecisão – Alguns técnicos do governo não acreditam que a sobretaxa ou desconto na tarifa sejam suficientes para conter o consumo e, por isso, não há decisão sobre qual das duas alternativas será escolhida caso o racionamento seja necessário. A idéia, explicou, é que se o consumidor gastar energia a mais, ”pagará pesadíssimo”. O corte de cotas, por sua vez, esclareceu o secretário, seria adotado caso o consumidor ultrapassasse um valor de consumo a ser estabelecido, como, por exemplo, a média dos últimos 12 meses. A partir daí, seria penalizado com multas ou corte de energia.


O secretário de Energia explicou que é preciso esperar o fim de abril e o resultado das medidas de racionalização para saber se haverá necessidade do racionamento. O momento ideal, disse Afonso Henriques, será definido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), mas a decisão política de racionar é tomada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. O racionamento, se for o caso, será estabelecido por um decreto presidencial que obriga todos a cumprirem o que for determinado. O secretário disse, também, que o governo tentará ”poupar” a indústria se for necessária a fase dois, como ele chama o racionamento. Isso para evitar a redução da produção industrial, que poderia ocasionar demissões.


Setor público – No plano de racionalização, que prega ações espontâneas para conter o consumo da população e da indústria, estão previstas medidas de redução de 15% nos gastos de energia do setor público. ”As medidas para o setor público serão fortes e haverá uma cobrança pesada”, disse o secretário. As formas de cobrança, entretanto, estão sendo definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na próxima segunda-feira o governo começa a divulgar uma campanha publicitária para esclarecer a população sobre a necessidade de se reduzir o consumo.


O preço do óleo diesel vai cair 3,63% nas refinarias, mas para o consumidor final, os valores continuam iguais. Os preços das bombas serão mantidos porque no final de janeiro o governo fechou acordo com os postos de gasolina garantindo aumento de dois centavos na margem de lucro dos postos. O preço do Gás de Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, não vai ter queda, confirmou ontem o Ministério de Minas e Energia. JB 4/4


CONTINGÊNCIA E CORTES

Primeira fase


– O plano de contingência prevê a redução do consumo geral das regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste em 10% ou o aumento da oferta em 15%


– Corte de 15% no gasto de energia do setor público e ”cobrança pesada” para se conseguir esse objetivo


– Campanha de esclarecimento na mídia.


– Importação de energia do Paraguai, ainda em estudo, e da Argentina


– Aumento da capacidade de geração de algumas usinas de São Paulo


Segunda fase


– Se o plano de contingência não funcionar, o governo poderá adotar um plano de racionamento, que significa a imposição de medidas por decreto do presidente Fernando Henrique Cardoso.


– Ainda não está decidido se haverá um corte nas cotas do consumo (com multas e interrupção do fornecimento para quem ultrapassar a meta estabelecida) ou sobretaxa de tarifas (com valores extras para quem consumir mais que o estabelecido) ou desconto (para quem consumir menos que a meta determinada)

Setor quer reajuste extraordinário Ai está o resultado: Ao contrário do que diz o representante dos distribuidores, o setor, por sinal um dos mais lucrativos do processo de privatização, não investiu em novas usinas. O resultado do racionamento inevitável está ai para provar. Ainda querem aumento de tarifas. Ou seja, ganham de qualquer maneira.

BRASÍLIA – O presidente da Câmara Brasileira dos Investidores em Energia Elétrica (CBIEE), Roberto Procópio Lima Neto, fez ontem sua primeira visita oficial ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alcides Tápias. Na pauta, duas velhas reclamações dos investidores do setor: a falta de definição sobre a questão das tarifas das usinas termelétricas, que comprarão gás natural em dólar e venderão a energia em reais; e a falta de revisão extraordinária das tarifas de energia elétrica em razão do aumento dos custos não administráveis, que se resume aos impostos cobrados das empresas. Segundo ele, esses custos representam 60% do custo total das empresas, contra 40% dos gastos operacionais e com pessoal, que são corrigidos pela inflação do período.


De acordo com o presidente da entidade, esses dois fatores estão inibindo os investimentos no setor elétrico. Ele lembrou que muitas concessionárias de energia estão recorrendo à Justiça para cobrar reajustes extraordinários, bloqueados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). ”A Aneel tem que defender o consumidor, mas deve fazer isso de maneira inteligente”, criticou. Segundo ele, desde o início da privatização do setor elétrico, em 1994, os investidores aplicaram US$ 30,5 bilhões no Brasil. ”Eles não estão brincando. Vieram para ficar”, disse. E, segundo ele, há outras empresas que aguardam a solução para os dois maiores problemas para investir ainda mais no país.


Ele disse, ainda, que a CBIEE contratou a empresa AT Kearney para fazer um estudo de quanto os investidores estão perdendo por não poderem praticar os reajustes extraordinários das tarifas. No fim do mês passado, a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) entrou com ação na Justiça em Brasília pedindo o direito de praticar esses aumentos. Ele disse que o racionamento de energia trará mais prejuízo. JB 4/4


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