ENERGIA: do lixo ao luxo









Lixo pode ser fonte de energia no Brasil


Considerado um dos maiores problemas do Século XXI, o lixo já está tendo um tratamento reciclável de grande valor agregado: ser energia.


Com recursos do Ministério de Minas e Energia, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está montando um grande projeto em biomassa, que inclui a residual, o lixo. Os pesquisadores paraibanos das áreas de Engenharia Mecânica e Química Industrial da UFPB podem revolucionar a produção e a disponibilização de energia elétrica às áreas mais remotas do país, que enfrentam problemas de distribuição, além de beneficiar a frota de caminhões e ônibus de todo o país.


Energia gerada pela matéria-prima chamada lixo. A produção de energia elétrica a partir da biomassa tem sido defendida como opção importante, tanto para países em desenvolvimento, quanto para os países da União Européia e para os Estados Unidos.

`O baixo custo dos rejeitos e a eliminação da agressão ao meio ambiente, que seu aproveitamento pode oferecer, tornam a bioletricidade uma excelente fonte para suprir déficits de eletricidade`, afirmou o coordenador do projeto, o professor Emerson Freitas Jaguaribe, do Departamento Tecnologia Mecânica da UFPB e doutor na área de conversão de energia.


Na última quinta-feira, o Brasil fechou o maior contrato de créditos de carbono registrado na ONU, numa operação entre a Biogás, sócia da Prefeitura de São Paulo no Aterro do Bandeirantes, e o banco alemão KFW. O Aterro Bandeirantes, um dos maiores projetos de energia elétrica a partir do lixo, vendeu para o KFW um milhão de toneladas de crédito de carbono. Isso será repassado para empresas clientes do banco europeu. (Jornal da Paraíba/Reuters/AEPET)

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