
Comentário: Em primeiro lugar, a notícia abaixo do jornal Valor Econômico, do qual somos assinantes e atentos leitores, não foi obtida na página do jornal. Foi recebida por uma empresa que faz clipping de notícias. Estamos reproduzindo aqui por considerarmos injusto que o ILUMINA, que sempre comenta as reportagens acrescentando informações, seja confundido com essa atividade.
Sobre o assunto da reportagem, o ILUMINA considera o tom generalizado da notícia muito perigoso. Para saber se um standby desperdiça energia basta colocar a mão sobre ele e verificar se está quente. Estes precisam ser desligados. Como se sabe, temos um clima tropical onde a umidade é alta e a oxidação é uma ameaça. O standby não tem apenas a função de facilidade de acesso. Os circuitos são protegidos ao serem mantidos com uma pequena corrente que os mantêm ligeiramente energizados. Portanto, cuidado com a generalização.
O assunto deveria ser tratado como um assunto do INMETRO, que deveria exigir o dimensionamento correto e eficiente dos aparelhos ao invés de gerar uma receita única que poderá danificar aparelhos que foram projetados para receberem essa energização mínima.
