No sábado, 1º de março foi publicado n’O GLOBO matéria em tom apocalíptico sobre uma medida provisória fazendo mudanças na Eletrobrás. Citam os representantes auto denominados agentes do setor elétrico. Entrevistaram alguns.
O Ilumina não é entusiasta de mudanças institucionais na Eletrobrás que reduzam a autonomia gestionária das empresas controladas. Já se manifestou sobre essa ameaça recentemente.
Contudo, o que a matéria d’ O GLOBO e a opinião dos referidos agentes definem como defeitos trágicos é o que a medida provisória tem de mais certo e bem-vindo:
– a possibilidade da redução para níveis perfeitamente aceitáveis da taxa de retorno que, inclusive, viabilizaria a permanente busca de modicidade tarifária.
– a possibilidade das empresas do grupo Eletrobrás participarem, mesmo como majoritárias, de consórcios para novos empreendimentos público-privados com financiamento do BNDES.
Enfim, “pecados” que a privataria considera terríveis !