Oferta menor após 2009
O cenário de oferta de energia dentro de três a quatro anos preocupa.
Segundo contas do governo federal, descritas no plano decenal de energia, o país necessita de um acréscimo de 4 mil megawatts (MW) anuais para atender ao crescimento da demanda. Mas, segundo relatório de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não há absolutamente nenhum megawatt previsto para entrar em operação a partir de 2009, sem alguma restrição.
Existem, segundo a Aneel, 1.531 MWs de hidrelétricas que poderiam ser agregados ao sistema em 2009, mas que estão com “sérios problemas para a entrada em operação“, segundo classificação da agência reguladora. Outros 1.136 MWs de fonte hídrica estariam disponíveis em 2010, caso também não houvessem “sérias restrições“, que podem ser de ordem ambiental, judicial ou mesmo econômica.
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, diz que a oferta de eletricidade no país está garantida nos próximos quatro anos.
Existem, segundo a Aneel, 1.531 MWs de hidrelétricas que poderiam ser agregados ao sistema em 2009, mas que estão com “sérios problemas para a entrada em operação“, segundo classificação da agência reguladora. Outros 1.136 MWs de fonte hídrica estariam disponíveis em 2010, caso também não houvessem “sérias restrições“, que podem ser de ordem ambiental, judicial ou mesmo econômica.
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, diz que a oferta de eletricidade no país está garantida nos próximos quatro anos.
“O último leilão realizado em junho garante o abastecimento em 2009 e as distribuidoras estão contratadas até 2010. É preciso agora leiloar o complexo Madeira para o abastecimento do país a partir de 2011.”
Para o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, os últimos leilões realizados pelo governo foram um “fracasso“. O executivo afirma que as distribuidoras não conseguiram comprar toda a eletricidade que necessitavam nos leilões e que 70% da oferta do último pregão foi de energia termoelétrica – mais cara – e que apenas as estatais ofertaram energia.
“O retorno médio do leilão estava na faixa dos 8%, o que representa um modelo economicamente inviável, e isso afugentou os investidores privados“, disse Sales. (LC, Valor, de SP)
Para o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, os últimos leilões realizados pelo governo foram um “fracasso“. O executivo afirma que as distribuidoras não conseguiram comprar toda a eletricidade que necessitavam nos leilões e que 70% da oferta do último pregão foi de energia termoelétrica – mais cara – e que apenas as estatais ofertaram energia.
“O retorno médio do leilão estava na faixa dos 8%, o que representa um modelo economicamente inviável, e isso afugentou os investidores privados“, disse Sales. (LC, Valor, de SP)