
Análise do ILUMINA: O Brasil é um país onde até palavras perdem seu significado. É bom lembrar que a privatização das distribuidoras de energia no Brasil foi um processo que permitiu que o setor privado escolhesse os “filés mignon” entre as empresas e deixasse o “osso” para o governo resolver.
Assim, empresas distribuidoras que atuam no Piauí, Rondônia, Acre, Amazonas, Alagoas e Roraima, “sobraram”.
O governo Lula e Dilma as chama de empresas “federalizadas”, mas, na realidade, elas foram jogadas nas costas da Eletrobrás. Portanto, a palavra correta seria “Eletrobralizadas”.
Pior! No seu afã de obter alianças para sua estranha “governabilidade”, ao invés de deixar a Eletrobras gerir essas empresas, o governo do PT com seus acordos políticos colocou as empresas nas mãos de políticos locais. Muito parecido com o mesmo loteamento dos cargos nos ministérios.
A notícia é do jornal Valor e é de total interesse público. O ILUMINA é assinante do Jornal e seria interessante ler essa análise em comparação com o que é noticiado. Infelizmente o jornal trata o assunto como sua propriedade.
Lamentamos.
http://www.valor.com.br/empresas/4492376/grupo-eletrobras-pode-ter-credito-de-r-11-bi-subsidiado
Uma resposta
Essa dúvida vernacular lembra-me o famoso REVISE – Revisão Institucional do Setor Elétrico (1986/1987), parafernalia coordenada pela Eletrobras , e que foi o primeiro embrião em direção da privatização, mas com predominância das três grandes estaduais (CESP, COPEL, CEMIG), isto é : ESTADUALIZAÇÃO.