Vejam os desafios que a tecnologia de geração solar e eólica impõem à humanidade.
Outra bateria de íon-lítio explodiu. Desta vez foi em um complexo de armazenamento de energia nos EUA. Pelo menos 21 incêndios foram registrados em projetos de baterias na Coreia do Sul, de acordo com a Bloomberg. Este último, ocorrido na sexta-feira em uma propriedade da Pinnacle West Capital, na cidade de Surprise, no Arizona, foi o primeiro nos EUA desde que essas baterias ganharam o mundo.
“Se esses incêndios continuarem acontecendo, não é bom para o setor no curto prazo e o mercado de armazenamento quase certamente vai se desacelerar”, disse Ravi Manghani, analista da Wood Mackenzie Power & Renewables. “À medida que outras tecnologias amadurecem e os custos diminuem, isso com certeza vai corroer a vantagem do íon-lítio.”
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O ILUMINA mostra nesse gráfico a grande “bateria” de armazenamento de energia brasileira em GWh. Que tal poder armazenar facilmente 20 TWh (20.000.000 MWh)?

Como há 5 anos o sistema de reservatórios interligados não consegue “encher”, grandes “baterias” estão disponíveis para “armazenar” a energia do sol e do vento e, na falta delas, fornecer o “backup”.
Portanto, o Brasil não precisa correr esse risco, mas, evidentemente essa proeza exige mais coordenação e não menos. Infelizmente o Brasil insiste em achar que o “mercado” individualizado é capaz de prover essa vantagem.
Uma resposta
Exatamente! Estamos deixando de lado nossa vocação e nossa vantagem natural competitiva.
O setor elétrico está jogado!