No período 1995 – 2000 o Brasil achou que, vendendo empresas, o dinheiro que estava entrando iria alavancar a infraestrutura que o país precisava e ainda precisa.
Como o dinheiro não é infinito, ativos existentes comprados significam menos ativos novos. Óbvio!
No setor elétrico, resultou o racionamento. No resto da economia, a consequência foi o que temos hoje, muito BNDES e isenções ficais. A Eletrobras foi sugada pela falta de interesse privado em investir sem uma “parceria” amiga da estatal. Não fosse a “ineficiente” já teríamos um novo racionamento.
A tarifa explodiu. O governo Dilma quebra a empresa para reduzir tarifa e não mexer com os privados. Um setor básico como esse é um dos que mais pagam dividendos aos acionistas!
Brasil! Rumo ao passado!